domingo, 28 de março de 2010

Homem tenta entregar carta de amor perdida há 76 anos


Uma misteriosa carta de amor enviada em 1934 foi encontrada em Durham, na Carolina do Norte (EUA), 76 anos depois de ser postada no correio de Salem, na Virgínia (EUA). Intacta, a mensagem destinada a Margaret Davey foi achada pelo diretor de operações da Universidade de Duke. Mike Trogdon ficou intrigado e foi à caça do destinatário.
Dentro do envelope havia um cartão desenhado com corações, uma girafa e a mensagem: "na corrida pelo meu amor, você ganhou por um pescoço longo. Então seja meu querido". Ao final, a remetente se identificava como Joyce.

Ao pesquisar nos arquivos da universidade, Trogdon descobriu que Margaret Davey se formou em enfermaria no ano de 1935 e se casou com um soldado da Segunda Guerra Mundial.

Quando o diretor foi até a casa de Margaret, foi informado de que ela morreu em janeiro deste ano, aos 96 anos.

Ao mostrar a mensagem para os filhos da enfermeira, outra revelação: a remetente estava viva e era uma sobrinha distante de Margaret.

Joyce está com 82 anos e se emocionou ao rever sua declaração de amor para a tia. "Ela era a minha preferida", disse a senhora.

G1, São Paulo

quinta-feira, 25 de março de 2010

Isso é que é companheirismo!


Uma cegonha macho percorreu cerca de 13 mil quilômetros para encontrar sua companheira deficiente que vive em uma vila croata. A ave chamada ‘Rodan’ (à direita) voou da África do Sul até a vila de Brodski Varos, no leste da Croácia. Segundo a reportagem do jornal ‘Jutarnji List’, esse é o quinto ano consecutivo que ‘Rodan’ faz a viagem épica, já que sua companheira não consegue voar. (Foto: AFP)

G1

segunda-feira, 22 de março de 2010

sexta-feira, 19 de março de 2010

DIRETO DA FRANÇA


Mais uma notícia quentte que vem das terras francesas. E como não poderia deixar de ser diferente, ela tem a ver com o presidente dessa "respeitável" nação.
A primeira dama francesa em meio a boatos de casos extra-conjugais, compactuados pelo seu marido, coloca em leilão uma foto sua semi nua declinada a um piano. Quantos não queriam ser esse simples piano nesse momento!?...

sábado, 13 de março de 2010

Um pouco de Universidade!


Além da atividade que realizo por opção ideológica também destino um tempo para a atividade acadêmica e quem duvidar é só ver a dissertação que fiz sobre a lenda de Ikursk.

Ikursk, vivendo numa tribo de características próprias dos primeiros povos que existiram em nosso planeta, era de se supor que fosse um homem corajoso e destemido fazendo jus a sua civilização guerreira. Além disso, num período onde a relação de produção entre os homens era de perfeita colaboração também era de se supor que Ikursk encarasse e aceitasse a tarefa dada pelo líder da sua aldeia, o pajé, que ao ser representante de tal comunidade representava integralmente os desejos da mesma.

Contraditoriamente, Ikursk toma um caminho diferente e inimaginável para a época, afinal, estamos falando de uma época onde o ato da caça era uma necessidade inquestionável para a sobrevivência de um povo que precisavam se alimentar e se proteger dos animais selvagens extremamente ferozes, que habitavam a Terra nessa época histórica. Assim, matar uma fera seria uma tarefa que por si só seria corriqueira e normal.

Ao rejeitar essa tarefa, Ikursk, além de tomar um ato que ia à contramão dos interesses de sua aldeia, agia contra si próprio, pois qualquer habitante de comunidades primitivas dessa época estava sujeito a se deparar numa situação de risco que levasse a sua morte. No entanto, Ikursk num ato de puro egoísmo pessoal, tentando fugir da responsabilidade que lhe foi confiada, pensando unicamente em resguardar a sua vida mesmo que isso resultasse na maldição dos deuses e que gerasse sofrimento a sua alma após sua morte, foge dessa tarefa sem nenhum constrangimento e acaba impondo seu interesse individual aos habitantes da sua aldeia, que acabam se resignando ante a sua atitude de covardia.

No final, Ikursk consegue sobreviver ao ataque da fera e ao matá-la por acaso, salva não somente a sua vida, mas a vida dos habitantes de sua aldeia. O interesse coletivo foi atendido, talvez tardiamente, porque o agora “herói” não havia compreendido que, como habitante de uma comunidade, era um ser que ao defender os interesses coletivos estava também defendendo seus próprios interesses individuais. Ao defender a sua aldeia de uma fera estava protegendo a si mesmo. Estavam todos “no mesmo barco”.

Ikursk não podia fugir de sua responsabilidade. Ao ser de uma comunidade na época em que vivia e com tarefas bem definidas para cada um, e num mundo onde o Homem, ao não possuir meios adequados, era extremamente inferior as forças e criaturas da natureza, Ikursk não tinha alternativa a não ser fortalecer os laços que fortaleciam a sua comunidade, mesmo que isso resultasse na perda de sua vida. Ao fugir da responsabilidade que tinha, fez apenas adiar o cumprimento dela e ainda aumentou o risco de perder a vida, o que não ocorreu por puro acaso.

AGORA A LENDA:

Um resultado inesperado

Numa tribo primitiva, antes da descoberta dos metais, vivia
Ikursk. Ikursk era, acima de tudo, um medroso.

Um enorme tigre dente-de-sabre rondava a aldeia por
aquela época, matando as criações e atacando as pessoas. Vários
dos mais bravos dos guerreiros já havia se proposto a matá-lo, mas
os resultados foram sempre trágicos: seus corpos foram
encontrados devorados pelo felino.

Com o tigre a solta, entrar na selva era um ato de extrema
coragem, e nosso heróico Ikursk resolveu se proteger de tal
eventualidade. Para tanto, quebrou seu machado e passou vários
dias construindo um outro, enorme, tão grande e pesado que seria
impossível carregá-lo por uma distância maior que umas poucas
dezenas de metros. Tal arma descomunal no peso e no amanho,
seria um forte argumento, esperava Ikursk, para que a tribo não o
enviasse à floresta, posto que o herói seria presa fácil à agilidade
do tigre.

Quando o machado estava tomando a sua forma final e
todos na tribo se deram conta de que Ikursk decidira não cooperar
com o esforço coletivo para matar o tigre, o pajé chamou-o para
uma conversa ao pé da fogueira. Contou a Ikursk a tradicional
lenda de Batolau, o guerreiro que se negou a ir para a guerra junto
com sua tribo, por isso, após a morte, abandonado pelos deuses,
ficou vagando entre as estrelas. O pajé disse a Ikursk que seu
comportamento desagradava aos deuses e que ele deveria queimar
o machado que estava construindo. Ikursk saiu da tenda do pajé
sem nada responder e, para consternação de todos, no dia seguinte
continuou a trabalhar no seu machado com o mesmo empenho de
antes.

De posse do novo machado, com o passar do tempo Ikursk
se sentia cada vez mais seguro. Durante meses, na divisão matinal
das tarefas cotidianas, coube a Ikursk acompanhar as mulheres aos
coqueirais para auxiliar, com o seu enorme machado, na quebra
dos cocos. Assim, dia após dia, a decisão de Ikursk quebrar seu
machado e substituí-lo por um outro, descomunal, alcançou o
resultado almejado: nosso herói não foi enviado á selva.

Algo inesperado, no entanto, aconteceu.

Era um belo final de tarde. O sol se punha no horizonte e
uma brisa espantava o calor. Ikursk, já cansado, quebrava os
últimos cocos do dia quando, ao levantar o machado, escutou uma
respiração e sentiu no cangote um bafo que não era humano. Seu
coração parou e seu sangue congelou nas veias: era o terrível tigre
que o atacava pelas costas. O pavor tomou conta do seu ser, o
joelho fraquejou, a vista escureceu e um urro horrível, um misto de
ai! e mãe!, que apenas os covardes sabem dar, ecoou pela aldeia.

Nesse transe de pavor, sabendo que iria morrer nas garras
do tigre, seu corpo se contraiu na antecipação da dor, e Ikursk caiu
de costas. Sua hora havia chegado; não, contudo, com o conteúdo
mortal que imaginara.

Na contramão espasmódica que terminou por derrubar
Ikursk, o machado, por mero acaso, descreveu uma trajetória que
terminou na cabeça do tigre, matando-o.

O nosso covarde herói, com seu descomunal machado
construído propositadamente para ser o mais inadequado possível
para lutar contra o tigre, realizara a proeza de que nenhum dos
mais valentes e habilidosos guerreiros da tribo fora capaz. O felino
estava morto e, sua ameaça, finda. A floresta voltava a ser um
espaço pouco ameaçador, a aldeia poderia viver em paz com as
suas criações.

(LESSA, Sérgio. Para compreender a otologia
de Lukács. Ijuí: Editora UNIJUI, 2007. p. 19-21
Disponível em:
http://www.geocities.com/srglessa/Onto_de_Luk
acs.pdf. Acesso: 21 de jan. 2008.)

terça-feira, 2 de março de 2010

O samba está de luto


Não podia deixar de dedicar algumas linhas em homenagem a Walter Alfaiate que faleceu no último sábado.
Ouvir o nome de Alfaiate na voz de Monarco da Portela que citou Alfaiate como um dos sambistas que foi duramente perseguido pelo simples fato de ser sambista, segundo Monarco em seu depoimento ao DVD de Beth Carvalho, em seus 40 anos de carreira, Alfaiate já chegou a pelar a cabeça pra tentar fugir da polícia.
Fiquei surpreso ao saber da sua morte porque desconhecia inclusive se ainda estava vivo, já que no DVD ele não aparece. Que pena! mais um sambista que se vai...
Mas com certeza o samba não morreu e nem morrerá!

Barata demite dois funcionários


Na última terça-feira em apresentação do telejornal da TV Cabo Branco em Campina Grande uma barata pousou no ombro da apresentadora que por muita calma ou por desconhecimento mesmo continuou falando sem pausa alguma.
O fato que diz respeito a higiene do estúdio virou caso de RH e dois funcionários da empresa foram demitidos: o diretor e o cinegrafista. Segundo boatos, após o incidente houve uma discussão interna entre a apresentadora e os dois funcionários em questão.
O que ninguém divulgou, e que em exclusividade noticio por este humilde blog, é que rolou o boato também, e muito preocupante, que o contrato de dedetização da TV Cabo Branco estaria sendo superfaturado e alguém estaria se dando bem.
Fiquei sabendo também que já tem empresa de dedetização utilizando o vídeo, que foi visto por milhares de pessoas e teve grande acesso nessa semana, para fazer propaganda dos seus serviços e mostrar o quanto é importante manter higienizado os locais de trabalho, afinal, uma barata pôs em risco a apresentação do telejornal e ainda demitiu dois funcionários.
Se me perguntassem com aquela música da barata da vizinha o que eu iria fazer, assim responderia: "eu vou dar uma filmada na barata dela".