sábado, 18 de junho de 2011
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Atendendo a pedido
A pedidos de uma pessoa muito especial deixo a letra da música Ponto G de Os Nonatos. Um bom gosto por sinal!
Ponto G
Os Nonatos
Composição : Os Nonatos
Meu ex amor se não for pedir muito
Dê-me outra chance pela última vez
Ouça os apelos de quem canta e chora
Que seu ex agora não quer ser mais ex.
Passe comigo um fim de semana
Em uma cabana presa aos meus abraços
Que até duvido que segunda-feira
Você "inda" queira dormir noutros braços.
Sinta meu gosto aqueça em meu corpo
Receba o título de minha mulher
Tornar possível o quase impossível
Só será possível se você quiser
Juro por Deus que se eu ouvir um sim
Você será por mim eternamente amada
Eu sei de muito e se eu fizer com calma
Até sua alma fica apaixonada.
Como Geólogo do seu coração
Deixe que eu deixe seu corpo sem véu
Me ponha solto num quarto trancado
Que faço um pecado que nos leva ao céu
Depois da volta da troca de afeto
No seu alfabeto eu vou do A ao Z
E ainda tem surpresa que só conto
Quando marca ponto no seu ponto G.
Ponto G
Os Nonatos
Composição : Os Nonatos
Meu ex amor se não for pedir muito
Dê-me outra chance pela última vez
Ouça os apelos de quem canta e chora
Que seu ex agora não quer ser mais ex.
Passe comigo um fim de semana
Em uma cabana presa aos meus abraços
Que até duvido que segunda-feira
Você "inda" queira dormir noutros braços.
Sinta meu gosto aqueça em meu corpo
Receba o título de minha mulher
Tornar possível o quase impossível
Só será possível se você quiser
Juro por Deus que se eu ouvir um sim
Você será por mim eternamente amada
Eu sei de muito e se eu fizer com calma
Até sua alma fica apaixonada.
Como Geólogo do seu coração
Deixe que eu deixe seu corpo sem véu
Me ponha solto num quarto trancado
Que faço um pecado que nos leva ao céu
Depois da volta da troca de afeto
No seu alfabeto eu vou do A ao Z
E ainda tem surpresa que só conto
Quando marca ponto no seu ponto G.
Planalto abandona debate referente à decisão do STF sobre a Lei de Anistia
Do Correio Braziliense - Política
Alana Rizzo
Tiago Pariz
Publicação: 16/06/2011 08:09 Atualização: 16/06/2011 11:26
A Advocacia-Geral da União (AGU) jogou uma pá de cal no debate sobre a revisão da Lei de Anistia. Um parecer do ministro Luiz Inácio Adams enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF) acaba com qualquer possibilidade de o governo ser favorável a julgar quem cometeu crimes comuns durante a ditadura militar (1964-1985). É o segundo revés sofrido por movimentos de direitos humanos em menos de uma semana. O primeiro foi a decisão da presidente Dilma Rousseff de dar sinal verde para o Senado alterar o projeto de lei de acesso à informação, permitindo novamente o sigilo eterno de documentos ultrassecretos.
É também a segunda mudança de posição de Dilma sobre o tema. Além de ter sido contrária ao sigilo eterno quando era ministra-chefe da Casa Civil, na época ela enviou ao STF um parecer favorável à revisão da Lei da Anistia. O novo parecer da AGU foi elaborado em consonância com a Presidência.
Interlocutores disseram que esse debate não tem mais espaço na atual administração. No começo do ano, alguns ministros de Dilma diziam que fariam esforços para que o STF alterasse a decisão da Lei da Anistia.
“Revela-se impossível sustentar, portanto, qualquer tese no sentido de que delitos comuns praticados por agentes do Estado contra opositores políticos enquadram-se no conjunto de anistiados pelo termo crimes políticos do artigo 1º da Lei da Anistia. Os crimes de lesão corporal, estupro, atentado violento ao pudor, homicídio, ocultação de cadáver e tortura praticados por agentes do Estado não são crimes políticos sob a ótica dos conceitos amplamente aceitos e adotados pela doutrina e pela jurisprudência”, afirma o parecer da Casa Civil de 4 de dezembro de 2008. A pasta, à época comandada por Dilma, defendia que uma decisão contrária à revisão abriria um “perigoso precedente” no sentido da garantia da impunidade a governos futuros que possam vir a cometer abusos. Vale lembrar que Dilma foi presa e torturada durante o regime militar.
Esse parecer está anexado ao processo no qual a AGU diz, hoje, ser contrária a qualquer reexame na decisão do STF. O caso está nas mão do ministro Luiz Fux. O embargo de declaração, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), ainda questiona a submissão do Brasil à Corte Interamericana de Direitos Humanos, que recentemente puniu o país pelas mortes ocorridas na Guerrilha do Araguaia — o Estado brasileiro cumprirá a sentença, publicada ontem no Diário Oficial da União.
Em paralelo, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, determinou um levantamento sobre documentos escondidos em órgãos públicos. A decisão ocorre num momento em que vozes do Executivo criticam a decisão de Dilma de permitir que documentos históricos permaneçam longe do domínio público eternamente.
A ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, tentou minimizar a mudança de postura. “Não há sigilo eterno. Há apenas três assuntos: a questão da integridade de território, segurança nacional e relações internacionais, nos quais é possível pedir a renovação do prazo. Então, é esse texto que entendemos que é necessário aprovar no Senado”, afirmou.
» Colaboraram Igor Silveira e Paulo de Tarso Lyra
Alana Rizzo
Tiago Pariz
Publicação: 16/06/2011 08:09 Atualização: 16/06/2011 11:26
A Advocacia-Geral da União (AGU) jogou uma pá de cal no debate sobre a revisão da Lei de Anistia. Um parecer do ministro Luiz Inácio Adams enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF) acaba com qualquer possibilidade de o governo ser favorável a julgar quem cometeu crimes comuns durante a ditadura militar (1964-1985). É o segundo revés sofrido por movimentos de direitos humanos em menos de uma semana. O primeiro foi a decisão da presidente Dilma Rousseff de dar sinal verde para o Senado alterar o projeto de lei de acesso à informação, permitindo novamente o sigilo eterno de documentos ultrassecretos.
É também a segunda mudança de posição de Dilma sobre o tema. Além de ter sido contrária ao sigilo eterno quando era ministra-chefe da Casa Civil, na época ela enviou ao STF um parecer favorável à revisão da Lei da Anistia. O novo parecer da AGU foi elaborado em consonância com a Presidência.
Interlocutores disseram que esse debate não tem mais espaço na atual administração. No começo do ano, alguns ministros de Dilma diziam que fariam esforços para que o STF alterasse a decisão da Lei da Anistia.
“Revela-se impossível sustentar, portanto, qualquer tese no sentido de que delitos comuns praticados por agentes do Estado contra opositores políticos enquadram-se no conjunto de anistiados pelo termo crimes políticos do artigo 1º da Lei da Anistia. Os crimes de lesão corporal, estupro, atentado violento ao pudor, homicídio, ocultação de cadáver e tortura praticados por agentes do Estado não são crimes políticos sob a ótica dos conceitos amplamente aceitos e adotados pela doutrina e pela jurisprudência”, afirma o parecer da Casa Civil de 4 de dezembro de 2008. A pasta, à época comandada por Dilma, defendia que uma decisão contrária à revisão abriria um “perigoso precedente” no sentido da garantia da impunidade a governos futuros que possam vir a cometer abusos. Vale lembrar que Dilma foi presa e torturada durante o regime militar.
Esse parecer está anexado ao processo no qual a AGU diz, hoje, ser contrária a qualquer reexame na decisão do STF. O caso está nas mão do ministro Luiz Fux. O embargo de declaração, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), ainda questiona a submissão do Brasil à Corte Interamericana de Direitos Humanos, que recentemente puniu o país pelas mortes ocorridas na Guerrilha do Araguaia — o Estado brasileiro cumprirá a sentença, publicada ontem no Diário Oficial da União.
Em paralelo, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, determinou um levantamento sobre documentos escondidos em órgãos públicos. A decisão ocorre num momento em que vozes do Executivo criticam a decisão de Dilma de permitir que documentos históricos permaneçam longe do domínio público eternamente.
A ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, tentou minimizar a mudança de postura. “Não há sigilo eterno. Há apenas três assuntos: a questão da integridade de território, segurança nacional e relações internacionais, nos quais é possível pedir a renovação do prazo. Então, é esse texto que entendemos que é necessário aprovar no Senado”, afirmou.
» Colaboraram Igor Silveira e Paulo de Tarso Lyra
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Lembranças de aniversário
Eu duvido
Você pode revirar o mundo
E não vai achar ninguém melhor que eu
Coração tá de ponta cabeça
Não entende como te perdeu
Tenho a sensação de estar vivendo
Uma cena louca em filme de terror
Sinto que também está sofrendo
A mesma saudade, o mesmo mal de amor
Eu duvido
Que você não me ama, eu duvido
No calor dessa cama, eu duvido
Em seus sonhos não chama por mim
Acredito
Que a paixão não morreu, acredito
Seu desejo sou eu, acredito
Toda briga de amor é assim
Você pode revirar o mundo
E não vai achar ninguém melhor que eu
Coração tá de ponta cabeça
Não entende como te perdeu
Tenho a sensação de estar vivendo
Uma cena louca em filme de terror
Sinto que também está sofrendo
A mesma saudade, o mesmo mal de amor
Eu duvido
Que você não me ama, eu duvido
No calor dessa cama, eu duvido
Em seus sonhos não chama por mim
Acredito
Que a paixão não morreu, acredito
Seu desejo sou eu, acredito
Toda briga de amor é assim
E não vai achar ninguém melhor que eu
Coração tá de ponta cabeça
Não entende como te perdeu
Tenho a sensação de estar vivendo
Uma cena louca em filme de terror
Sinto que também está sofrendo
A mesma saudade, o mesmo mal de amor
Eu duvido
Que você não me ama, eu duvido
No calor dessa cama, eu duvido
Em seus sonhos não chama por mim
Acredito
Que a paixão não morreu, acredito
Seu desejo sou eu, acredito
Toda briga de amor é assim
Você pode revirar o mundo
E não vai achar ninguém melhor que eu
Coração tá de ponta cabeça
Não entende como te perdeu
Tenho a sensação de estar vivendo
Uma cena louca em filme de terror
Sinto que também está sofrendo
A mesma saudade, o mesmo mal de amor
Eu duvido
Que você não me ama, eu duvido
No calor dessa cama, eu duvido
Em seus sonhos não chama por mim
Acredito
Que a paixão não morreu, acredito
Seu desejo sou eu, acredito
Toda briga de amor é assim
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