quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Máquinas humanas

Chega um dia em que a gente
Vai aos poucos percebendo
Somos máquinas humanas
Estamos sempre correndo

O motor logicamante
É o nosso coração
A estrada é o tempo
O passado é contramão
Vivo estacionado
Na garagem, solidão
Meu motor é tão sensível
Não funciona sem você
Seu amor meu combustível
Venha me abastecer
São seus olhos que clareiam
Minha estrada no escuro
Se você demora eu juro:
Nessa estrada eu vou me perder
Por favor, venha me socorrer.

O beijo e o estupro

MIGUEZIM DE PRINCESA

Se é considerado estupro

Numa boca se beijar

Recomendo a Marcelinho

Quando for comemorar

Que fique quieto numa boa

Só olhando pra coroa

Ou vá beijar noutro lugar.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

CHEVRON TENTOU ROUBAR PETRÓLEO DO PRÉ-SAL BRASILEIRO

Por Carta Capital 19/11/2011 às 10:13

A petroleira norte-americana Chevron, responsável pelo vazamento de óleo que já dura dez dias na Bacia de Campos, no Rio de Janeiro, é suspeita de tentar alcançar a camada de pré-sal no Campo do Frade. Se a suspeita for confirmada, o episódio se revelará num dos mais emblemáticos casos de agressão à soberania nacional promovida por uma empresa estrangeira. A possibilidade é admitida por técnicos da Agência Nacional do Petróleo, de acordo com reportagem publicada pelo jornal O Estado de S.Paulo. 
A Polícia Federal, que investiga o caso, desconfia inclusive que o acidente possa ter ocorrido justamente devido à possível perfuração de poços além dos limites permitidos. 

Segundo a reportagem, a sonda usada pela Chevron tem capacidade para perfurar até 7,6 mil metros, mais que o dobro do necessário para a perfuração dos quatro poços autorizados no Campo do Frade (de até 1.276 metros de profundidade). A ANP quer saber ainda se houve falhas inclusive na construção do poço e se foi utilizado material inadequado. Também não se sabe se foram feitos os testes de segurança antes do início da perfuração. 


Responsável pelo inquérito, o delegado Fábio Scliar, titular da Delegacia de Meio Ambiente e Patrimônio Histórico da PF, disse na reportagem que já existem indícios de que estrangeiros estejam trabalhando ilegalmente no litoral brasileiro. É algo sério. Se isso for comprovado e esses estrangeiros em situação irregular estiverem recebendo salários no exterior, por exemplo, já se configura crime de sonegação fiscal e de sonegação previdenciária, disse o delegado ao Estado de S.Paulo. A empresa nega a irregularidade. 

Embora nem mesmo a Chevron saiba dizer quantos litros vazaram da plataforma (as estimativas da ANP indicam que a vazão média de óleo derramado estaria entre 200 e 330 barris/dia no período de 8 a 15 de novembro), o episódio pode acelerar a discussão sobre a segurança nacional em torno de sua principal riqueza. Na internet, começam a surgir manifestações para que a empresa estrangeira seja expulsa do País. 

O episódio deixou clara também a situação de vulnerabilidade da exploração de petróleo em alto mar, área onde os órgãos fiscalizadores, como o Ibama, não conseguem monitorar de modo eficiente se as empresas cumprem ou não as normas de segurança, conforme reportagem publicada na sexta-feira no site de CartaCapital. 

A preocupação se tornou ainda maior depois da notícia de que a empresa Transocean, que faz os trabalhos de perfuração para a Chevron no Campo de Frade, é a mesma que operava a plataforma da British Petroleum, que explodiu no Golfo do México, causando um dos maiores desastres ambientais da história recente. 

Apesar do retrospecto da Transocean, o presidente da concessionária brasileira da Chevron, George Buck, disse que confia na empresa e que continuará a operar com ela no Brasil. 

A plataforma da Transocean explodiu e afundou em abril de 2010, no Golfo do México, deixando 11 mortos e causando grandes prejuízos. Cerca de 4,9 milhões de barris de petróleo foram derramados no mar e o vazamento durou 87 dias. 

Se esta hipótese se confirmar não só a Chevron e seus dirigentes terão que pagar caro. Todos os políticos brasileiros ligados à ela terão que ser julgados pelo tribunal da opinião pública e eventualmente pelos Tribunais brasileiros, inclusive e principalmente o senhor José Chevron Serra. NÃO TEM PERDÃO, NEM EXCEÇÃO. Ladrão internacional e agressor à soberania merece cadeia, mas traidor merece algo bem pior.


domingo, 20 de novembro de 2011

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Sindjor-PB denuncia abusos dos Diários Associados e realiza Ato Público

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado da Paraíba (Sindjor-PB) vem à público informar à sociedade sobre a situação caótica em que se encontra a empresa Diários Associados na Paraíba. Desde as mudanças ocorridas na administração, que em 2009 passou a ser gerenciada pelos Diários Associados em Pernambuco, a empresa tem mostrado total descaso com os profissionais paraibanos.

Além de pagar o pior salário do estado, a empresa se nega a fechar o acordo salarial que fixou reajuste em 8% nos demais veículos da Paraíba. Após muitas tentativas de diálogo, os Diários Associados apresentou uma contraproposta absurda de apenas 7% e pagando o retroativo (uma vez que a data base da categoria é o mês de abril) em 12 parcelas, o que é considerado um desrespeito pelo Sindjor-PB aos profissionais que trabalham em suas empresas.

É importante frisar que a luta não se resume apenas ao pagamento justo de uma remuneração, mas ao tratamento que a empresa concede aos seus funcionários. Além de não encaminhar nenhuma informação sobre a questão salarial, os Diários Associados da Paraíba abusam da autoridade impondo aos profissionais a realização de atividades para as quais não foram contratados.

Isso tudo é resultado de uma Redação cada vez mais esvaziada pelos constantes pedidos de demissão entregues por alguns profissionais que não aguentam a desorganização e o descaso da empresa. Com isso, os que ficam são obrigados a acumular funções e trabalhar cada vez mais exaustados. A falta de estrutura também é outro problema que afeta o dia a dia do trabalhador e coloca em risco a sua saúde. Durante anos, os funcionários foram obrigados a trabalhar em carros velhos sem manutenção, usam computadores ultrapassados instalados em um prédio que carece de reforma urgente.

O prédio onde funciona O Norte, aliás, está indo a leilão na Justiça paraibana como uma forma de garantir que a empresa honre com suas dívidas trabalhistas. Como se não bastasse todos os problemas, os Diários Associados da Paraíba ainda tentaram impedir, no dia 14 de novembro, que o Sindicato dos Jornalistas falasse aos profissionais durante uma visita que realizou em todas as Redações das empresas em João Pessoa, ameaçando, inclusive, chamar a polícia, como se os sindicalistas estivessem realizando alguma contravenção.
     
Contravenção é não realizar o pagamento devido de horas extras, não reconhecer um aumento justo em um salário tão defasado, não depositar o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e não tratar seus funcionários de forma igual. O Sindjor-PB não vai se calar diante de tantas contravenções e continuará lutando pelos jornalistas que, de forma muito guerreira, sustentam sozinhos uma empresa falida.    

O Sindicato dos Jornalistas da Paraíba não se curva aos desmandos desta empresa e irá continuar cobrando que os direitos dos profissionais sejam respeitados. Nesta sexta-feira, 18 de novembro, às 14h, a entidade estará realizando um Ato Público em frente ao jornal O Norte, com a finalidade de cobrar o fechamento do Acordo Salarial já assinado por todos os grandes veículos de comunicação da Paraíba. Além disso, irá denunciar para toda a sociedade a precariedade nas relações de trabalho e a falta de respeito com os jornalistas.  

Profissionais de comunicação, estudantes e sindicatos estão convidados a participar deste ato e aumentar a pressão sobre esses péssimos empresários de comunicação.

Sindjor-PB

Obs: O ato entretanto foi adiado após o DA apresentar nova proposta que está sendo avaliada pelo sindicato!

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Eu Queria Dizer Que Te Amo Numa Canção

Fernando Mendes

Esse amor que eu trago em mim
Eu não sei se é certo
Encontrei o meu jardim
Em pleno deserto

(Refrão)
Toda vez que tento te falar
Não contenho minha emoção
Eu queria dizer que te amo
Numa canção

Já não posso controlar
Este sentimento
Cada dia aumenta mais
O meu sofrimento

(Repete Refrão)

Teu amor não vai ser meu
Mesmo assim te amo
Não sei como isso aconteceu
Mas eu não reclamo

(Repete Refrão)

Quero gritar o teu nome
Abrir todo meu coração
Quero mostrar como é grande
A minha paixão

Já não sei mais o que faço
Pra chamar a sua atenção
Eu queria dizer que te amo
Numa canção